terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Trecho do livro Quebrando a Rotina, Max Lucado: O bebê de Belém.

Emanuel. Lembra-se da promessa do anjo? “’A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe chamarão Emanuel’, que significa ‘Deus conosco’”(Mt. 1: 23) Emanuel. O nome aparece na mesma forma hebraica em que foi apresentado dois mil anos atrás. “Emanu”significa “conosco”. “El”refere-se a Elohim, ou Deus. Não é “Deus acima de nós” nem “Deus em algum lugar da vizinhança”. Ele veio como o “conosco Deus”, o Deus conosco. Também não é o “Deus com o rico” ou “Deus com o religioso”. Mas Deus conosco. Todos nós. Russos, alemães, brasileiros, budistas, mórmons, motoristas de caminhão, taxistas e bibliotecários. Deus conosco. Max Lucado. Quebrando a Rotina.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O deus domesticado

Uma razão por que muitas pessoas acham a teoria da evolução tão atraente é que ela nos proporciona o grande consolo emocional de acreditar em um Deus sem termos que assumir nenhuma conseqüência. Quando você se sente disposto e o sol brilha, e você não quer acreditar que o universo todo não passa de uma mera dança mecânica de átomos, é bom estar em condições de pensar nessa grande força misteriosa como uma onda gigantesca que se move através dos séculos, carregando você na crista dela. Se, por outro lado, você estiver a fim de cometer um ato muito feio, aquela Força Vital, que não passa de uma energia cega, amoral e desprovida de mente, jamais irá interferir na sua vida da mesma forma como faz aquele Deus terrível, do qual ouvimos falar na infância. A Força Vital é uma espécie de deus domesticado. Podemos acioná-la quando bem entendemos, desde que ela não interfira nas nossas vidas. Podemos, assim, usufruir de todas as emoções da religião, sem nenhum custo. Seria essa Força Vital a maior expressão de falsa esperança que o mundo já viu? - Cristianismo Puro e Simples

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Deus usa o comum

“Quem tentar conservar a sua vida a perderá, e quem perder a sua vida a preservará”. Lucas 17:33 Pode ser que o céu tenha um santuário para honrar o uso incomum do comum de Deus. É um lugar que você não quer perder. Passeie em volta e veja a corda de Raabe, o balde de Paulo, a funda de Davi, e a queixada de Sansão. Enrole suas mãos na vara que dividiu o mar e bateu na pedra. Cheire o ungüento que suavizou a pele de Jesus e elevou seu coração... Eu não sei se estes itens estarão lá. Mas tenho certeza de uma coisa – as pessoas que os usaram estarão. Os que assumiram o risco: Raabe que protegeu os espiões. Os irmãos que fizeram Paulo sair às escondidas. Os conquistadores: Davi, arremessando uma pedra. Sansão, girando um osso. Moisés, levantando uma vara. Os carinhosos: Maria aos pés de Jesus. O que ela deu custou muito caro, mas de alguma forma ela sabia que o que ele daria custaria mais.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Discípulos exercem sua autoridade servindo.

Em vez de usar a força bruta ou exigências autoritárias, o discípulo exerce sua autoridade servindo. Jesus disse a seus discípulos: Marcos 10: 42-45. 42 Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os que são reconhecidos como governadores dos gentios, deles se assenhoreiam, e que sobre eles os seus grandes exercem autoridade. 43 Mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; 44 e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos. 45 Pois também o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. A mensagem de Cristo era clara: o amor espiritual serve, e não deseja ser servido. O serviço é a forma mais alta de liderança. O cristão maduro escolhe servir, em vez de ser senhor em toda situação. Jesus disse: “O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei” (Jo.15: 12). E o amor de Cristo a seus discípulos foi serviço altruísta. Ele assumiu, por vontade própria, a forma de escravo (Fp. 2: 7). Ele lavou-lhes os pés e voluntariamente tomou o lugar deles na cruz, Jesus não estava reclamando ou esperneando quando o levaram para crucificá-lo. Ele teve compaixão e perdoou; serviu sem reservas e depois anunciou: “Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz” (Jo. 13: 15). Os apóstolos, cuja autoridade na Igreja estava acima de dúvida, eram servos-líderes. Eles não impunham ordens sobre seus filhos espirituais (2Co. 1: 24). Exerciam autoridade de modo humilde e amoroso. Ao contrario dos não-cristãos que servem por temor, orgulho, lealdade ou desejo de dinheiro, a motivação do discípulo é o amor. Ele coloca o bem-estar de seu irmão acima do seu próprio. A privacidade é um luxo raro. Não é incomum ser incomodado. Ele ministra sem ser notado e, no ânimo ou na tristeza do momento, frequentemente sai sem receber agradecimento. Palavra ou atos altivos estão fora de ordem. Os discípulos exercem sua autoridade por meio do serviço. As revelações de submissão e autoridade que Deus ordenou servem de sistema nervoso central para a igreja de Cristo. Só podemos funcionar corretamente no corpo de Cristo se entendermos e vivermos por essas quatro verdades bíblicas que formam o fundamento para a submissão em alegria. A Formação de um Discípulo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como saber se sou discípulo?

Muitas pessoas dizem ter experimentado a morte de si mesmo e estar vivendo totalmente consagradas a Cristo. Mas Jesus disse: “Nem todo aquele que diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” ( Mateus 7: 21). Um minerador tem que estar certo de que aquilo que encontrou é ouro antes de usá-lo para adquirir bens e serviços. Assim também acontece com Deus. Ele exige que sejamos discípulos de Cristo antes de nos usar para realizar sua obra. Como saber se você é um discípulo de Cristo? Como saber se você já morreu para si mesmo e esta apto a reproduzir? A evidencia inegável ao discernir se alguém é uma versão espiritual de imitação de ouro ou um artigo genuíno é a presença de um caráter semelhante ao de Cristo. Se o caráter de Cristo estiver faltando, você ainda não morreu para si mesmo e não está preparado para reproduzir. Talvez a maior dificuldade que você tenha de enfrentar seja crer de fato que seu caráter é mais importante do que sua capacidade ou suas habilidades. Tal idéia é tão incomum ao mundo que, mesmo depois de entregar-se à morte de si mesmo, você a achará estranha. Fonte: livro: A formação de um discípulo, autor Keith Phillips. Capitulo 3.