Ola pequeno e serelepe, estive pensando cá com meus botões e me lembrei de uma historia que li no livro Gente como a gente do MAX LUCADO.
Ele narra a historia de Moises, com um ponto de vista diferenciado. Tentarei transmitir a vocês essa historia.
“O corredor estava vazio e silencioso, a não ser pelas rodinhas do balde e pelo arrastar dos pés do velho. Os dois pareciam cansados.
Os dois conheciam bem aquele chão, quanta noite Hank já tinha passado limpando, cuidando de cada canto, colocando a placa com o aviso de piso molhado, mesmo sabendo que ninguém passaria por ali, não as 3hrs da manhã.
Hank sempre terminava seu serviço 1hr antes, ele poderia ir embora ninguém ficaria sabendo, mas não é isso que ele faz. “Hank senta-se ao lado da porta do escritório do sócio majoritário e espera, nunca sai antes da hora.”
Estou falando muito?
Desculpe mais é necessário. Voltemos a historia.
”Ele já teve um escritório também.
Muito tempo atrás quando Hank era Henry. Quando o faxineiro era um executivo.
Mas Hank não pensa mais nisso, ninguém sabe de sua historia, e é bom que permaneça assim.
Na verdade vocês conhecem a historia dele, só transportei ele para outro século, dei outro emprego, quando te contar seu verdadeiro nome, com certeza você ira se lembrar da sua historia.
Na verdade trata-se de uma historia bem comum, é a historia de um sonho perdido.
Acontece com todos os sonhadores, e como todos sonhamos, acontece com todos nós.
Mudar de direção na vida não é algo trágico. Perder a paixão pela vida, sim. Acontece algo pelo caminho que convicções sobre como mudar o mundo transformam-se em compromissos e contas a pagar. Em vez de olhar para frente, olhamos para trás. Em vez de olhar para fora olhamos para dentro e não gostamos do que vemos.
Hank não gostava. Via-se como um homem que tinha aceitado a mediocridade, logo ele que havia sido treinado nas melhores instituições.
Então ele ouviu uma voz, uma voz que vinha do balde. ( eu disse que essa historia é verdadeira?)
Ele achou que era brincadeira, alguns rapazes do 3º andar fazem esse tipo de brincadeira.
- Henry, Henry. Chamava a voz, Hank se virou, ninguém mais o chamava de Henry. “Então ele viu o balde brilhando, um vermelho tão intenso e quente, dava pra sentir o calor a distancia, quando se aproximou e olhou para dentro viu que a água não estava fervendo.”
Bom não quero me demorar mais, então deixarei aqui uma pausa, um que de quero mais
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