sábado, 25 de janeiro de 2014

25 de Janeiro.



Pontos de ancoragem.
“[Jesus] cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz.” Colossenses 2: 14.

As seis horas da crucificação de Jesus foram as mais críticas da história.
Pois durante aquelas seis horas daquela sexta-feira, Deus colocou na terra três pontos de ancoragem.
Ponto de ancoragem número 1: Minha vida não é fútil. Essa rocha segura o barco do seu coração. É um aperto firme na convicção de que existe verdade. Alguém está no controle e você tem um propósito.
Ponto de ancoragem número 2: Meus erros não são fatais. Não é que Ele ame o que você fez, mas Ele ama quem você é. Você é Dele. Aquele que tem o direito de condená-lo proveu uma saída para absolvê-lo. Você comete erros. Deus não. E foi Ele quem criou você.
Ponto de ancoragem número 3: Minha morte não é definitiva. Existe uma outra pedra. A tumba que ela selou era a tumba de um visitante.
Ele só entrou lá para provar que poderia sair. E na saída, Ele levou a pedra consigo e a transformou num ponto de ancoragem. Ele a jogou fundo nas águas desconhecidas da morte.
Aqui estão eles. Os três pontos de ancoragem da cruz.

Deus Pai, estou firmado na tua verdade.
Agradeço por minha vida não ser fútil.
Agradeço por meus erros não serem fatais.
E, acima de tudo, agradeço porque a morte não é definitiva. Espero ansiosamente pela vida contigo para sempre.

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