O Manifesto de Nazaré.
“A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e
imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se
deixar corromper pelo mundo”. Tiago 1: 27.
No início de seu ministério, Jesus voltou à sua cidade
natal, Nazaré, para fazer uma espécie de discurso inaugural. Entrou na mesma
sinagoga onde adorara ainda quando jovem e olhou nos olhos dos habitantes locais.
Eram pessoas simples: carpinteiros, pedreiros e artesãos.
Pediram a Ele que lesse as Escrituras, e Ele aceitou. Deslizou
o rolo até o final do texto e leu: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque
Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar
liberdade aos cegos, para libertar os oprimidos” (Lc 4: 18, que é uma citação
de Is 61: 1)
Jesus tinha um público-alvo. Os pobres. Os oprimidos. Os presos.
Os cegos.
Qual era sua lista de coisas a fazer? Prover ajuda para o
corpo e para a alma, força para o físico e para o espírito, terapia para o
temporal e para o eterno. “Esta é a minha declaração de missão”, declarou
Jesus. O Manifesto de Nazaré.
Jesus precioso, por meio de tua vida tu nos mostraste como
sermos compassivos. Tu alcançaste o pobre, o doente, o ferido.
Ensina-nos a fazer o mesmo.
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