sábado, 11 de outubro de 2014

11 de Outubro.



O Senhor da vida.

“O Senhor está comigo, não temerei. O que me podem fazer os homens?” Salmos 118: 6.

Satanás não pode chegar a nós sem passar por Deus.
Então, que devemos fazer com as ocasiões em que Satanás de fato chega a nós? Como devemos entender a violência apresentada em Hebreus 11? Ou, de maneira suprema, como devemos entender o sofrimento de Jesus? Cordas. Chicotes. Espinhos. Cravos. Essas coisas foram a marca registrada de seus momentos finais.
Uma morte mais calma teria sido suficiente. Uma única gota de sengue teria redimido a humanidade. Derrame o sangue Dele, silencie a respiração, acalme o pulso, mas seja rápido. Enfie uma espada no coração. Por acaso a expiação pelo pecado exigia seis horas de violência?
Não, mas o triunfo Dele sobre o sadismo, sim. De uma vez por todas, jesus mostrou sua autoridade sobre a selvageria. O mal pode ter seus momentos, mas eles serão breves. Satanás despachou seus demônios mais malvados sobre o Filho de Deus.
Ele torturou cada terminação nervosa e infligiu cada sofrimento. Contudo, o mestre da morte na conseguiu destruir o Senhor da vida. O melhor do céu pegou o pior do inferno e transformou em esperança.

Senhor de toda terra e céu, fico maravilhado ao pensar como tu sofreste para me trazer salvação.
Esse derradeiro ato de amor concede grandes presentes a todo aquele que os receber. Obrigado.

Max Lucado. Bom Dia, leituras diárias.

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