O Senhor da vida.
“O Senhor está comigo, não temerei. O que me podem fazer os
homens?” Salmos 118: 6.
Satanás não pode chegar a nós sem passar por Deus.
Então, que devemos fazer com as ocasiões em que Satanás de
fato chega a nós? Como devemos entender a violência apresentada em Hebreus 11? Ou,
de maneira suprema, como devemos entender o sofrimento de Jesus? Cordas. Chicotes.
Espinhos. Cravos. Essas coisas foram a marca registrada de seus momentos
finais.
Uma morte mais calma teria sido suficiente. Uma única gota
de sengue teria redimido a humanidade. Derrame o sangue Dele, silencie a respiração,
acalme o pulso, mas seja rápido. Enfie uma espada no coração. Por acaso a expiação
pelo pecado exigia seis horas de violência?
Não, mas o triunfo Dele sobre o sadismo, sim. De uma vez por
todas, jesus mostrou sua autoridade sobre a selvageria. O mal pode ter seus momentos,
mas eles serão breves. Satanás despachou seus demônios mais malvados sobre o
Filho de Deus.
Ele torturou cada terminação nervosa e infligiu cada
sofrimento. Contudo, o mestre da morte na conseguiu destruir o Senhor da vida. O
melhor do céu pegou o pior do inferno e transformou em esperança.
Senhor de toda terra e céu, fico maravilhado ao pensar como
tu sofreste para me trazer salvação.
Esse derradeiro ato de amor concede grandes presentes a todo
aquele que os receber. Obrigado.
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