Perdoado para perdoar.
“Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Romanos
3: 23.
Jesus diz: “Deem a graça que lhes foi dada”.
Vamos calcular nossa dívida com Ele. Com que frequência você
peca, hum..., em uma hora?
Pecar é “estar destituído” (Rm 3: 23). Preocupar-se é estar destituído
de fé. Ter impaciência é estar destituído de bondade. O espírito crítico está destituído
de amor. Com que frequência você erra com Deus? Em favor da discussão, digamos
dez vezes por hora, para poder contar os resultados. Dez pecados por hora,
vezes dezesseis horas acordado (presumindo que não pecamos durante o sono),
vezes 365 dias por ano, vezes a expectativa média de vida de um homem, na casa
dos setenta e quatro anos. Vou arredondar
o total para 4.300.000 pecados por pessoa.
Diga-me: como você planeja pagar a Deus pelos seus 4,3 milhões
de pecados? Sua dívida é impagável. Inalcançável.
Contudo, Deus perdoa os zilhões de pecados da humanidade egoísta.
Perdoa sessenta milhões de dias chios de pecado. “Por pura graça generosa, Ele
decidiu acertar nossa situação com Ele. Um presente do céu!” (Rm 3: 24 AM).
Um perdão multimilionário deve produzir um perdoador multimilionário,
não é?
Pai gracioso, tu me alcançaste com tua graça, misericórdia e
perdão mais vezes do que posso me lembrar. Quando for tentado a não conceder
perdão aos outros, que eu me lembre com que frequência tu me perdoas.
Max Lucado. Bom Dia, leituras diárias.
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