Temos um papel a desempenhar.
“Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a
pessoas de posição inferior”.
Romanos 12: 16.
Há um idoso na sua comunidade que acabou de perder a esposa.
Uma hora do seu tempo significaria o mundo para ele.
Algumas crianças da sua cidade não têm pai. Nenhum paios
leva aocinema nem assiste aos jogos de que participam.
Talvez você possa. Elas não podem retribuir. Mas elas darão um
sorriso igual a uma fatia de melão diante da sua bondade.
Que tal esta? Do outro lado do seu quarto há uma pessoa que compartilha
seu sobrenome.
Surpreenda essa pessoa com bondade. Algo extravagante. Um dever
de casa feito sem reclamação. Café servido antes de ele se levantar. Uma carta
de amor escrita para ela sem uma razão especial, simplesmente porque deu
vontade.
Somos importantes, mas não essenciais; valiosos, mas não indispensáveis.
Temos um papel a desempenhar, mas não somos o ator principal. Uma música para
cantar, mas não somos o solista. Deus é.
Ele se saiu bem antes do nosso nascimento; tudo ficará bem
depois da nossa morte. Ele deu início a tudo, sustenta tudo e levará tudo a um clímax
glorioso.
Nesse meio-tempo, temos este enorme privilégio: abrir mão de
objetivos pessoais, descobrir a emoção da distancia dobrada, fazer coisas pelas
quais não podemos ser pagos, procurar problemas que outros evitam, negar a nós
mesmos, tomar nossa cruz e seguir a Cristo.
Deus Pai, obrigado por deixar que tenhamos até mesmo um
pequeno papel a desempenhar no teu grande esquema das coisas.
Que estejamos dispostos a seguir a milha extra e a negar a
nós mesmos em favor do teu reino.
Max Lucado. Bom Dia, leituras diárias.
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