sexta-feira, 13 de março de 2015

13 de Março.

Ambições.

“Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso.”
Gênesis 11: 4.

Exaltamos pessoas ambiciosas como herói. Apresentamos esses indivíduos aos filhos como modelo e estampamos suas fotos nas capas das revistas.
E com razão. Este mundo estaria em péssimo estado sem pessoas que sonham tocar os céus. A ambição é a semente na alma que gera desencanto com o comum e implanta ousadia nos sonhos. Não controlada, porém torna-se um vicio insaciável em poder e prestigio; uma fome que clama por realização, que devora pessoas como o leão devora a presa, deixando para trás apenas restos esqueléticos de relacionamentos.
Ambição cega. Valores distorcidos. Deus não tolera isso. Não tolerou antes e não vai tolerar agora. Com uma demão de tinta cinzenta de confusão, Ele pinta a torre de Babel.
Espalha trabalhadores balbuciantes em todas as direções. Pega a maior realização do homem e sopra aos ventos como uma criança sopra um dente-de-leão.
Você está construindo alguma torre? Examine suas motivações. E lembre-se da declaração gravada nas ruínas da torre de Babel: a ambição cega é um enorme passo para longe de Deus e um pequeno passo para mais perto da catástrofe.

Hoje eu te peço, Senhor, que mostres as verdadeiras motivações de meu coração. Não permitas que a ambição cega crie raízes dentro dele.
Que minhas ambições sejam impelidas por tua vontade, para a glória do teu nome, e não do meu. Amém.


Max Lucado.

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