Não sei vcs, mais eu gosto de estar na presença de Deus todo o tempo
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Renovação de mente
pode parecer, mais esse é diferente, esse eu peguei no http://www.arenajovemoficial.blogspot.com/.
Então se deliciem com mais esse estudo.
E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
No versículo acima Paulo exorta os cristãos a apresentarem seus corpos, não como pessoas acostumadas com o pecado, mas em sacrifício a Deus; sacrifício vivo (não em pecado, pois o pecado nos afasta de Deus nos levando a morte), santo (separado e incontaminado) e agradável a Deus, pois Ele se agrada de coisas puras.
Vamos prestar atenção nos termos "conformeis" e "mundo".
Se conformar é sentir-se confortável com o modo que você está vivendo, é não desejar uma melhoria. O conformismo é marcado pela apatia e, em consequência, pela falta de atitude perante a vida. O cristão precisa ser inconformado com este mundo, essa necessidade precisa ser real na sua vida. Os acomodados perdem a perspectiva de um futuro melhor e logo desprezam o sacrifiício de Jesus na cruz, rejeitando o plano da salvação.
O outro termo é "mundo", e vamos falar um pouco sobre o mundo do pecado no qual se praticam toda a sorte de promiscuidade, iniquidade, transgressão, perversidade, das quais coisas devem os cristãos viver distantes.
O crente acomodado ao mundo de pecado aceita facilmente as coisas contrárias à palavra de Deus como se fossem de boa aceitação. O cristão conformado acostuma-se às práticas mundanas e começa a aceitá-las como normais.
"mas transformais-vos pela renovação do vosso entendimento"
Renovar é tornar outra vez novo e entendimento é a faculdade da alma de perceber as coisas como são.
Quando aprendemos algo da palavra de Deus, o nosso coração se alegra e temos direção; mas, se não houver o constante renovo, alcançado pela oração, jejum, leitura da palavra de Deus, etc., o entendimento, isto é, a percepção do que foi aprendido vai envelhecendo-se, não conseguindo nem enxergar nem mais sentir o que antigamente fez saltar aos olhos e bater forte o nosso coração.
Apresentar um culto racional a Deus, não se conformar com este mundo, transformar-se, aperfeiçoando-se, pela renovação do entendimento e ter o entendimento sempre novo são as condições para que o cristão experimente, prove, passe a ter em sua vida, a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Diz-se "boa, agradável, perfeita vontade de Deus", não porque Deus tenha vontade má, desagradável e imperfeita, mas para evidenciar que os cristãos dedicados provarão maravilhas em sua vida, enquanto o ímpio receberá em si mesmo coisas más, desagradáveis e imperfeitas, não da parte de Deus, mas da parte do pecado que o próprio ímpio pratica.
O cristão que cumpre as condições estabelecidas e explicitadas em Rm 12:1-2 tem a vontade maravilhosa de Deus cumprindo-se em sua vida e vive sempre e em todo o momento em novidade de vida. Cristão assim não tem vida chata, apática ou afundada na mesmice, mas tem prazer em ter a abençoada perspectiva de futuro aqui na terra e sente uma alegria na alma saber aonde ele vai chegar. No céu.
Então se deliciem com mais esse estudo.
E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
No versículo acima Paulo exorta os cristãos a apresentarem seus corpos, não como pessoas acostumadas com o pecado, mas em sacrifício a Deus; sacrifício vivo (não em pecado, pois o pecado nos afasta de Deus nos levando a morte), santo (separado e incontaminado) e agradável a Deus, pois Ele se agrada de coisas puras.
Vamos prestar atenção nos termos "conformeis" e "mundo".
Se conformar é sentir-se confortável com o modo que você está vivendo, é não desejar uma melhoria. O conformismo é marcado pela apatia e, em consequência, pela falta de atitude perante a vida. O cristão precisa ser inconformado com este mundo, essa necessidade precisa ser real na sua vida. Os acomodados perdem a perspectiva de um futuro melhor e logo desprezam o sacrifiício de Jesus na cruz, rejeitando o plano da salvação.
O outro termo é "mundo", e vamos falar um pouco sobre o mundo do pecado no qual se praticam toda a sorte de promiscuidade, iniquidade, transgressão, perversidade, das quais coisas devem os cristãos viver distantes.
O crente acomodado ao mundo de pecado aceita facilmente as coisas contrárias à palavra de Deus como se fossem de boa aceitação. O cristão conformado acostuma-se às práticas mundanas e começa a aceitá-las como normais.
"mas transformais-vos pela renovação do vosso entendimento"
Renovar é tornar outra vez novo e entendimento é a faculdade da alma de perceber as coisas como são.
Quando aprendemos algo da palavra de Deus, o nosso coração se alegra e temos direção; mas, se não houver o constante renovo, alcançado pela oração, jejum, leitura da palavra de Deus, etc., o entendimento, isto é, a percepção do que foi aprendido vai envelhecendo-se, não conseguindo nem enxergar nem mais sentir o que antigamente fez saltar aos olhos e bater forte o nosso coração.
Apresentar um culto racional a Deus, não se conformar com este mundo, transformar-se, aperfeiçoando-se, pela renovação do entendimento e ter o entendimento sempre novo são as condições para que o cristão experimente, prove, passe a ter em sua vida, a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Diz-se "boa, agradável, perfeita vontade de Deus", não porque Deus tenha vontade má, desagradável e imperfeita, mas para evidenciar que os cristãos dedicados provarão maravilhas em sua vida, enquanto o ímpio receberá em si mesmo coisas más, desagradáveis e imperfeitas, não da parte de Deus, mas da parte do pecado que o próprio ímpio pratica.
O cristão que cumpre as condições estabelecidas e explicitadas em Rm 12:1-2 tem a vontade maravilhosa de Deus cumprindo-se em sua vida e vive sempre e em todo o momento em novidade de vida. Cristão assim não tem vida chata, apática ou afundada na mesmice, mas tem prazer em ter a abençoada perspectiva de futuro aqui na terra e sente uma alegria na alma saber aonde ele vai chegar. No céu.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
PRATICA
Quando fazemos uma mesma coisa muitas vezes no dia, acabamos adquirindo certa pratica.
Exemplo, um bom guitarrista não nasce da noite para o dia, ele tem que estudar muitas horas para ficar bom, para se destacar dos demais, isso ocorre também com um executivo de sucesso, pode ter certeza de que ele ralou muito pra chegar aonde chegou.
Bom comecei a filosofar sobre isso vendo o cara que torra amendoim aqui na firma ao lado.
Vai ver é por isso que eu to ficando fortinho né.
Bom pensando nisso cheguei a seguinte conclusão, que todos sabem mas as vezes esquecem, a pratica leva a perfeição.
E se a pratica leva a perfeição, por que queremos que tudo saia perfeitamente bem da primeira vez?
Bom na nossa vida espiritual é a mesma coisa, se queremos mesmo buscar a Deus, temos que fazer isso todos os dias, e fazer de todo nosso coração.
Temos que praticar, praticar e adivinhem só, praticar mais um pouco nossa vida de oração se comunhão com Ele, só assim conseguiremos alcançá-lo.
Uma semana abençoada pra todos vcs, lembrem-se de praticar.
Exemplo, um bom guitarrista não nasce da noite para o dia, ele tem que estudar muitas horas para ficar bom, para se destacar dos demais, isso ocorre também com um executivo de sucesso, pode ter certeza de que ele ralou muito pra chegar aonde chegou.
Bom comecei a filosofar sobre isso vendo o cara que torra amendoim aqui na firma ao lado.
Vai ver é por isso que eu to ficando fortinho né.
Bom pensando nisso cheguei a seguinte conclusão, que todos sabem mas as vezes esquecem, a pratica leva a perfeição.
E se a pratica leva a perfeição, por que queremos que tudo saia perfeitamente bem da primeira vez?
Bom na nossa vida espiritual é a mesma coisa, se queremos mesmo buscar a Deus, temos que fazer isso todos os dias, e fazer de todo nosso coração.
Temos que praticar, praticar e adivinhem só, praticar mais um pouco nossa vida de oração se comunhão com Ele, só assim conseguiremos alcançá-lo.
Uma semana abençoada pra todos vcs, lembrem-se de praticar.
sábado, 5 de junho de 2010
Volte para casa
Mais um palavra, baseada em dos livro do autor Max Lucado, vou ficar devendo qual livro é pois não me lembro. Espero que gostem.
Inglaterra, século dezenove. É natal e numa pequena cidade existe a tradição de uma festa geral na qual todas as crianças recebem presentes. É uma ocasião festiva; os sorrisos alegres dos pequeninos, uma árvore alta na praça, pacotes coloridos, mais existe um rapaz retardado na cidade, vitima de muitas brincadeiras cruéis, e a peça que lhe pregam no natal é a pior de todas.
A medida que a pilha de presentes vai ficando menor, seu rosto vai ficando mais e mais comprido, ele é velho demais para receber um presente, mais não sabe disso, seu coração infantil está pesado enquanto ele observa todas crianças com presentes, então um grupo de meninos se aproxima dele com um embrulho na mão, o pacote é colorido cheio de fitas, seus dedos se atropelão ao rasgar o papel, mas quando ele abre a caixa seu coração afunda. Está vazia.
O embrulho era atraente, as fitas eram vivamente coloridas, o exterior suficientemente atraente para faze-lo chegar ao interior; mas quando ele chegou o interior estava vazio.
Você já passou por isso antes??
Muitas pessoas já estiveram.
Uma jovem mãe chora silenciosamente em seu travesseiro.
Toda vida ela havia sonhado com o casamento. “Se apenas eu pudesse ter um lar. Se ao menos eu pudesse ter um marido em casa”.
Agora ela está casada. A lua de mel acabou-se há muito tempo. O túnel que ela escavou para sair de uma prisão apenas levou a outra. Seu país encantado tornou-se um país de fraldas sujas, dificuldades de transporte e contas.
Ela pode culpar o mundo. O filho pródigo podia ter feito isso também. De fato foi o que ele provavelmente fez.
Ele mirou seu reflexo na poça enlameada e questionou se o rosto era realmente seu. Não se parecia consigo.
A chama dos olhos estava apagada, a risadinha irônica havia sido humilhada. A atitude leviana dera lugar a sobriedade.
Ele revirou de ponta cabeça e aterrissou de cara no chão.
Não bastava estar sem amigos, sem sapatos e sem um tostão nos bolsos, não bastava ter penhorado seu anel, seu casaco. Você poderia pensar que as noites passadas apenas com um travesseiro de alojamento ou os dias passados arrastando um balde de lavagem forçariam uma mudança no coração.
Mas não, o orgulho é feito de pedra, fortes batidas podem lasca-lo, mas é necessário o malho da realidade para quebra-lo.
O dele estava começando a rachar.
Os primeiros dias de miséria foram provavelmente cheios de vapor de ressentimento, ele estava bravo com todos, todos tinham culpa, seus amigos não deviam te-lo abandonado, seu irmão devia vir livra-lo, seu patrão devia ter alimentado ele melhor, seu pai jamais devia te-lo deixado partir em primeiro lugar.
Ele deu aos porcos o nome de cada um deles. O fracasso convida a apontar o dedo e passar adiante a responsabilidade. A pessoa pode não ter nada mas sempre vai ter a quem culpar.
Quando o filho pródigo olhou para a água de novo, o que ele viu não foi nada bonito, seu rosto estava inchado e enlameado, ele desviou os olhos, “não pense nisso. Você não é pior que os outros, as coisas vão melhorar amanhã”.
Mas não dessa vez murmurou para ele mesmo, chega de mentiras.
_ Quão baixo eu cai.
Suas primeiras palavras da verdade.
Ele olhou para dentro dos próprios olhos e pensou no pai.
_Sempre me disseram que eu tinha seus olhos.
Podia ver a magoa no rosto do pai quando lhe havia dito que estava de partida.
_ Quanto devo te-lo magoado.
Uma rachadura ziguezagueou através do seu coração, uma lagrima pingou na poça, depois outra então o dique se rompeu, ele enterrou o rosto nas mão sujas enquanto as lagrimas faziam aquilo que elas sabem fazer tão bem, limpar a alma.
Então pela primeira vez ele pensou no lar, lembrou dos risos à mesa do jantar da cama quentinha, das noites com o pai na varanda enquanto eles ouviam o som hipnótico dos grilos.
Pai. Ele disse a palavra em voz alta enquanto olhava para si mesmo. Costumavam disser que eu era parecido consigo, agora o senhor nem mesmo me reconheceria, puxa vida, dei com os burros n’água, não dei?
Ele ergueu-se e pôs-se a andar, a estrada de volta ao lar era mais longa do que se lembrava.
Ele estava voltando ao lar, voltava como um homem transformado, não exigindo nada, mas disposto a aceitar qualquer coisa que pudesse receber, o “De-me” havia sido substituído pelo “ajude-me” e sua rebeldia havia sido substituída pelo arrependimento.
Enquanto o rapaz fazia a curva que o levava para casa, ensaiava mais uma vez o que iria dizer.
“Pai pequei contra os céus e contra ti”.
Então ele se aproxima do portão coloca a mão na tranca, começa a levanta-la, depois se deteve. O plano de ir para casa subitamente parece tolo. “O que adianta?” ele ouviu-se perguntar a si mesmo, “Que chance eu tenho?” inclinou a cabeça voltou-se e começou a se afastar, então ouviu passos, ouviu a batida da sandálias no chão, alguém estava correndo. Ele não se voltou para olhar. Deve ser um empregado de meu pai vindo afugentar-me pensou ele.
Mas a voz que ouviu não era a voz de um empregado, mais sim a voz do seu pai.
_ Filho??
_ Pai??
Ele se virou para abrir o portão, ais o pai já tinha aberto. O filho olhou o pai parado na estrada. Lagrimas brilhavam em suas faces enquanto os braços se estendiam do leste a oeste convidando o filho a vir para casa.
_ Pai, pequei . . . , as palavras foram sufocadas enquanto o rapaz enterrava o rosto no ombro do pai.
Os dois choraram por uma eternidade e ficaram juntos ao portão entrelaçados como se fossem um, as palavras eram desnecessárias o arrependimento havia ocorrido, o perdão havia sido concedido. O rapaz estava em casa.
Existe uma cena nesta historia que merece ser emoldurada é a do pai com os braços estendidos, suas lagrimas comovem seu sorriso emociona, mas suas mãos chamam de volta ao lar, imagine essas mãos, dedos fortes, palmas enrugadas com as marcas da vida, abertas, estendidas como um largo portão deixando a entrada como única opção.
Quando Jesus contou essa parábola do pai amoroso, pergunto-me, será que Ele usou as mão? Quando chegou a esse ponto da historia, será que abriu os braços para ilustrar o que dizia?
Se ele fez ou não isso eu não sei, mas sei o que fez mais tarde, Ele estirou as mãos tanto quanto pode, forçou os braços a se abrirem tanto que doeu, e para provar que esses braços jamais se cruzariam e que essas mãos se fechariam, Ele fez com que fossem pregados abertos.
E ainda estão assim
Inglaterra, século dezenove. É natal e numa pequena cidade existe a tradição de uma festa geral na qual todas as crianças recebem presentes. É uma ocasião festiva; os sorrisos alegres dos pequeninos, uma árvore alta na praça, pacotes coloridos, mais existe um rapaz retardado na cidade, vitima de muitas brincadeiras cruéis, e a peça que lhe pregam no natal é a pior de todas.
A medida que a pilha de presentes vai ficando menor, seu rosto vai ficando mais e mais comprido, ele é velho demais para receber um presente, mais não sabe disso, seu coração infantil está pesado enquanto ele observa todas crianças com presentes, então um grupo de meninos se aproxima dele com um embrulho na mão, o pacote é colorido cheio de fitas, seus dedos se atropelão ao rasgar o papel, mas quando ele abre a caixa seu coração afunda. Está vazia.
O embrulho era atraente, as fitas eram vivamente coloridas, o exterior suficientemente atraente para faze-lo chegar ao interior; mas quando ele chegou o interior estava vazio.
Você já passou por isso antes??
Muitas pessoas já estiveram.
Uma jovem mãe chora silenciosamente em seu travesseiro.
Toda vida ela havia sonhado com o casamento. “Se apenas eu pudesse ter um lar. Se ao menos eu pudesse ter um marido em casa”.
Agora ela está casada. A lua de mel acabou-se há muito tempo. O túnel que ela escavou para sair de uma prisão apenas levou a outra. Seu país encantado tornou-se um país de fraldas sujas, dificuldades de transporte e contas.
Ela pode culpar o mundo. O filho pródigo podia ter feito isso também. De fato foi o que ele provavelmente fez.
Ele mirou seu reflexo na poça enlameada e questionou se o rosto era realmente seu. Não se parecia consigo.
A chama dos olhos estava apagada, a risadinha irônica havia sido humilhada. A atitude leviana dera lugar a sobriedade.
Ele revirou de ponta cabeça e aterrissou de cara no chão.
Não bastava estar sem amigos, sem sapatos e sem um tostão nos bolsos, não bastava ter penhorado seu anel, seu casaco. Você poderia pensar que as noites passadas apenas com um travesseiro de alojamento ou os dias passados arrastando um balde de lavagem forçariam uma mudança no coração.
Mas não, o orgulho é feito de pedra, fortes batidas podem lasca-lo, mas é necessário o malho da realidade para quebra-lo.
O dele estava começando a rachar.
Os primeiros dias de miséria foram provavelmente cheios de vapor de ressentimento, ele estava bravo com todos, todos tinham culpa, seus amigos não deviam te-lo abandonado, seu irmão devia vir livra-lo, seu patrão devia ter alimentado ele melhor, seu pai jamais devia te-lo deixado partir em primeiro lugar.
Ele deu aos porcos o nome de cada um deles. O fracasso convida a apontar o dedo e passar adiante a responsabilidade. A pessoa pode não ter nada mas sempre vai ter a quem culpar.
Quando o filho pródigo olhou para a água de novo, o que ele viu não foi nada bonito, seu rosto estava inchado e enlameado, ele desviou os olhos, “não pense nisso. Você não é pior que os outros, as coisas vão melhorar amanhã”.
Mas não dessa vez murmurou para ele mesmo, chega de mentiras.
_ Quão baixo eu cai.
Suas primeiras palavras da verdade.
Ele olhou para dentro dos próprios olhos e pensou no pai.
_Sempre me disseram que eu tinha seus olhos.
Podia ver a magoa no rosto do pai quando lhe havia dito que estava de partida.
_ Quanto devo te-lo magoado.
Uma rachadura ziguezagueou através do seu coração, uma lagrima pingou na poça, depois outra então o dique se rompeu, ele enterrou o rosto nas mão sujas enquanto as lagrimas faziam aquilo que elas sabem fazer tão bem, limpar a alma.
Então pela primeira vez ele pensou no lar, lembrou dos risos à mesa do jantar da cama quentinha, das noites com o pai na varanda enquanto eles ouviam o som hipnótico dos grilos.
Pai. Ele disse a palavra em voz alta enquanto olhava para si mesmo. Costumavam disser que eu era parecido consigo, agora o senhor nem mesmo me reconheceria, puxa vida, dei com os burros n’água, não dei?
Ele ergueu-se e pôs-se a andar, a estrada de volta ao lar era mais longa do que se lembrava.
Ele estava voltando ao lar, voltava como um homem transformado, não exigindo nada, mas disposto a aceitar qualquer coisa que pudesse receber, o “De-me” havia sido substituído pelo “ajude-me” e sua rebeldia havia sido substituída pelo arrependimento.
Enquanto o rapaz fazia a curva que o levava para casa, ensaiava mais uma vez o que iria dizer.
“Pai pequei contra os céus e contra ti”.
Então ele se aproxima do portão coloca a mão na tranca, começa a levanta-la, depois se deteve. O plano de ir para casa subitamente parece tolo. “O que adianta?” ele ouviu-se perguntar a si mesmo, “Que chance eu tenho?” inclinou a cabeça voltou-se e começou a se afastar, então ouviu passos, ouviu a batida da sandálias no chão, alguém estava correndo. Ele não se voltou para olhar. Deve ser um empregado de meu pai vindo afugentar-me pensou ele.
Mas a voz que ouviu não era a voz de um empregado, mais sim a voz do seu pai.
_ Filho??
_ Pai??
Ele se virou para abrir o portão, ais o pai já tinha aberto. O filho olhou o pai parado na estrada. Lagrimas brilhavam em suas faces enquanto os braços se estendiam do leste a oeste convidando o filho a vir para casa.
_ Pai, pequei . . . , as palavras foram sufocadas enquanto o rapaz enterrava o rosto no ombro do pai.
Os dois choraram por uma eternidade e ficaram juntos ao portão entrelaçados como se fossem um, as palavras eram desnecessárias o arrependimento havia ocorrido, o perdão havia sido concedido. O rapaz estava em casa.
Existe uma cena nesta historia que merece ser emoldurada é a do pai com os braços estendidos, suas lagrimas comovem seu sorriso emociona, mas suas mãos chamam de volta ao lar, imagine essas mãos, dedos fortes, palmas enrugadas com as marcas da vida, abertas, estendidas como um largo portão deixando a entrada como única opção.
Quando Jesus contou essa parábola do pai amoroso, pergunto-me, será que Ele usou as mão? Quando chegou a esse ponto da historia, será que abriu os braços para ilustrar o que dizia?
Se ele fez ou não isso eu não sei, mas sei o que fez mais tarde, Ele estirou as mãos tanto quanto pode, forçou os braços a se abrirem tanto que doeu, e para provar que esses braços jamais se cruzariam e que essas mãos se fechariam, Ele fez com que fossem pregados abertos.
E ainda estão assim
sexta-feira, 4 de junho de 2010
De volta ao jardim...
Deus quando criou o homem, o colocou para morar e cuidar de um jardim.
O homem era puro, inocente, livre do pecado e tinha uma comunhão diária com Deus, tudo ia bem, mas o diabo, malandro e sorrateiro como é, deu um jeitim de apresentar o pecado para o homem e com isso o homem perdeu a comunhão com Deus, perdeu também a oportunidade de aprender mais com o Pai. Por isso temos que ter saudade de estar com Deus, de ouvir Ele falando conosco, temos que voltar ao jardim, ao jardim da inocência...
O homem era puro, inocente, livre do pecado e tinha uma comunhão diária com Deus, tudo ia bem, mas o diabo, malandro e sorrateiro como é, deu um jeitim de apresentar o pecado para o homem e com isso o homem perdeu a comunhão com Deus, perdeu também a oportunidade de aprender mais com o Pai. Por isso temos que ter saudade de estar com Deus, de ouvir Ele falando conosco, temos que voltar ao jardim, ao jardim da inocência...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Renovação
Romanos 12:1-2.
1 Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
2 E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Não podemos nos conformar com as coisas que vem acontecendo ao nosso redor, temos que parar de aceitar como normal, coisas que antes considerávamos absurdas.
Somos feitos a imagem e semelhança de Deus, temos o DNA de Cristo em nós, ao invés de sermos influenciados pelas coisas do mundo, temos que influenciar o “mundo” a nossa volta, deixar as coisas que nos prejudicam, afinal embora estando no mundo, não pertencemos a ele.
Somos embaixadores do Reino de Deus, fomos escolhidos para ser sal e luz no mundo.
Mateus 5: 13-15.
13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
E como somos filhos de um mesmo Pai, somos todos irmãos, redimidos pelo sangue de Jesus.
1 Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
2 E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Não podemos nos conformar com as coisas que vem acontecendo ao nosso redor, temos que parar de aceitar como normal, coisas que antes considerávamos absurdas.
Somos feitos a imagem e semelhança de Deus, temos o DNA de Cristo em nós, ao invés de sermos influenciados pelas coisas do mundo, temos que influenciar o “mundo” a nossa volta, deixar as coisas que nos prejudicam, afinal embora estando no mundo, não pertencemos a ele.
Somos embaixadores do Reino de Deus, fomos escolhidos para ser sal e luz no mundo.
Mateus 5: 13-15.
13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
E como somos filhos de um mesmo Pai, somos todos irmãos, redimidos pelo sangue de Jesus.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Escolhendo musica pro casorio
Cara, essa historia de casamento é complicada né, muitas coisas para fazer, decisões para tomar, uffaaa.
Pois bem e se não bastase a correria de ir atras de decoração, buffet, aluguel de cadeiras, bebidas, cartorio, terno, e demais coisas, ainda tem que arrumar tempo para escolher as musicas, e descobrir onde encaixar cada uma delas. Ai eu encontrei essa musiquinha aqui, o que vcs acham dela???
Pois bem e se não bastase a correria de ir atras de decoração, buffet, aluguel de cadeiras, bebidas, cartorio, terno, e demais coisas, ainda tem que arrumar tempo para escolher as musicas, e descobrir onde encaixar cada uma delas. Ai eu encontrei essa musiquinha aqui, o que vcs acham dela???
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