terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

11 de Fevereiro.



O amor gracioso de Deus.

Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.  João 3: 16.

O coração do problema humano é o coração do humano. E o tratamento de Deus é prescrito em João 3: 16.
Ele ama. Ele deu.
Nós cremos. Nós vivemos.
O versículo é um alfabeto de graça, um sumário de esperança cristã, sendo cada palavra uma caixa-forte de joias. Leia o versículo devagar e perceba a palavra que prende sua atenção.
“Deus amou o mundo”.
Poderíamos esperar um Deus movido pela ira. Um que pune o mundo, recicla o mundo, abandona o mundo... mas um que ama o mundo?
A afirmação de João 3: 16, capaz de acalmar o coração, de tranquilizar a mente, com peso capaz de fazer ou romper um acordo, é esta: Deus deu seu Filho... seu único Filho. Nada de ideias abstratas, mas divindade revestida de carne. As Escrituras igualam Jesus a Deus. Deus portanto, deu de si mesmo. Por quê?
Para que “todo o que Nele crer não pereça”.

Deus Pai, teu amor está verdadeiramente além da minha compreensão. Ele se estende a qualquer pessoa em todo canto do mundo. Que eu me disponha a espalhar as boas novas do teu amor toda vez que me deres oportunidade de fazê-lo.

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