quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

26 de Fevereiro.



O Paulo libertador.

Façam tudo para a glória de Deus. 1º Coríntios 10: 31.

Vale a pena ler as instruções de Ananias para Paulo: “E agora, que está esperando? Levante-se, seja batizado e lave os seus pecados, invocando o nome Del” (At. 22: 16).
Não foi preciso falar duas vezes.
O Saulo legalista foi sepultado e o Paulo libertador nasceu. Ele nunca mais foi o mesmo. E o mundo também não.
Sermões emocionantes, discípulos dedicados e dez mil quilômetros de trilhas. Se suas sandálias não estavam em percurso, sua caneta estava escrevendo. Se não estava explicando o mistério da graça, estava articulando a teologia que determinaria o curso da civilização ocidental.
Todas as suas palavras poderiam ser reduzidas a uma sentença: “Nós porém, pregamos a Cristo crucificado” (1º Co. 1: 23). Não que ele não tivesse outros esboços de sermão; ele apenas não conseguiu esgotar o primeiro.
O absurdo da coisa toda o mantinha caminhando. Jesus poderia ter acabado com ele na estrada. Poderia tê-lo deixado para ser comido pelos abutres. Poderia tê-lo mandado para o inferno. Mas não o fez. Ele o mandou aos perdidos.
O próprio Paulo chamou isso de loucura. Ele a descreveu usando frases como “pedra de tropeço” e “tolice”, mas, no final, optou por chamar isso de “graça”.

Senhor Jesus, ficamos extasiados pelo fato de fazeres maravilhas com a bagunça que é nossa vida. Tu mergulhaste nossa vida manchada e suja em misericórdia.
Através de ti herdamos misericórdia abundante. Suficiente para cobrir uma vida inteira de erros.

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