O Paulo libertador.
Façam tudo para a glória de Deus. 1º Coríntios 10: 31.
Vale a pena ler as instruções de Ananias para Paulo: “E
agora, que está esperando? Levante-se, seja batizado e lave os seus pecados,
invocando o nome Del” (At. 22: 16).
Não foi preciso falar duas vezes.
O Saulo legalista foi sepultado e o Paulo libertador nasceu.
Ele nunca mais foi o mesmo. E o mundo também não.
Sermões emocionantes, discípulos dedicados e dez mil quilômetros
de trilhas. Se suas sandálias não estavam em percurso, sua caneta estava
escrevendo. Se não estava explicando o mistério da graça, estava articulando a
teologia que determinaria o curso da civilização ocidental.
Todas as suas palavras poderiam ser reduzidas a uma
sentença: “Nós porém, pregamos a Cristo crucificado” (1º Co. 1: 23). Não que
ele não tivesse outros esboços de sermão; ele apenas não conseguiu esgotar o
primeiro.
O absurdo da coisa toda o mantinha caminhando. Jesus poderia
ter acabado com ele na estrada. Poderia tê-lo deixado para ser comido pelos
abutres. Poderia tê-lo mandado para o inferno. Mas não o fez. Ele o mandou aos
perdidos.
O próprio Paulo chamou isso de loucura. Ele a descreveu
usando frases como “pedra de tropeço” e “tolice”, mas, no final, optou por
chamar isso de “graça”.
Senhor Jesus, ficamos extasiados pelo fato de fazeres
maravilhas com a bagunça que é nossa vida. Tu mergulhaste nossa vida manchada e
suja em misericórdia.
Através de ti herdamos misericórdia abundante. Suficiente para
cobrir uma vida inteira de erros.
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