quinta-feira, 5 de junho de 2014

05 de Junho.



Um movimento de desespero.

“’Senhor’, disse Pedro, se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”. Mateus 14: 28.

Pedro não está testando Jesus; ele está suplicando a Jesus. Pisar num mar revolto não é um movimento lógico; é um movimento de desespero.
Pedro se segura na borda do barco. Coloca uma perna para fora; em seguida, coloca a outra. Vários passos são dados. É como se uma cadeia invisível de pedras estivesse por baixo de seus pés. No final das pedras está a brilhante face do amigo que diz “nunca desista”.
Fazemos o mesmo, não é? Procuramos Cristo numa hora de profundo desespero. Percebemos, tal como Pedro, que o vão que nos separa de Jesus é uma empreitada muito grande para os nossos pés. Então, imploramos ajuda. Ouvimos a voz Dele. E caminhamos com medo, esperando que nossa pequena fé seja suficiente.
A fé não nasce na mesa de negociação onde trocamos nossos talentos pela bondade de Deus.
Não é um prêmio dado ao mais disciplinado. Não é um título legado ao mais religioso.
A fé é um mergulho desesperado para fora do barco furado do esforço humano e uma oração para que Deus esteja lá para nos puxar para fora da água.

Senhor Jesus, seja qual for o número de vezes que eu caia, confessarei meu pecado e aceitarei tua misericórdia fiel. Senhor, tu sempre ouves as minhas orações e não há limites para teu imenso poder. Teu amor nunca cessa ou desiste.

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