Viver sem medo.
“Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai
dar-lhes o Reino”. Lucas 12: 32.
O medo é terrível. Ele suga a vida da alma e nos enrola num
estado embrionário, seca todo nosso contentamento. Tornamo-nos celeiros
abandonados, raquíticos e curvados diante do vento, um lugar onde a humanidade
costumava comer, vicejar e encontrar abrigo.
Não mais. Quando o medo molda nossa vida, a segurança se
torna nosso deus. Quando a segurança se torna nosso deus, adoramos a vida sem
riscos. O amante da segurança é capaz de fazer algo grande? Aquele que é avesso
a riscos realiza feitos nobres? Para Deus? Para os outros? Não. A adoração à segurança
emascula a grandeza. Não é surpresa que Jesus trave tamanha guerra contra o
medo.
Seu mandamento mais comum surge do estilo “não tenham medo”.
Os Evangelhos alistam 125 imperativos pronunciados por Cristo. Desses, 21 usam expressões
que transmitem ideias como “não tenham medo”, “não desanimem”, “tenham bom animo”.
A segunda ordem mais comum, amar a Deus e ao próximo,
aparece em apenas oito ocasiões. Se quantidade indica alguma coisa, Jesus leva
nossos medos bastante a sério. A declaração que Ele fez mais do que qualquer
outra foi esta: não tenham medo.
Ó Senhor, ajuda-me a lembrar de que tu queres que minha vida
seja cheia de esperança e alegria.
Lembra-me do teu cuidado amoroso e compaixão que cobrem
todos os detalhes da minha vida.
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