A cruz não foi um acidente.
“Foi da vontade do Senhor esmaga-lo”. Isaías 53: 10.
A morte de Jesus não foi o resultado de um engenheiro
cosmológico em pânico. A cruz não foi uma surpresa trágica. O Calvário não foi
uma reação automática a um mundo que se afundava rumo à destruição. Não foi um
remendo ou uma medida paliativa. A morte do FILHO DE DEUS foi qualquer coisa,
menos um perigo inesperado.
Não, ela foi parte de um plano.
Foi uma escolha calculada. “Foi da vontade do Senhor esmaga-lo”.
A cruz foi esboçada no plano original.
Foi incluída no roteiro. No momento em que o fruto proibido
tocou os lábios de Eva, a sombra de uma cruz apareceu no horizonte. E entre
aquele momento e o momento em que o homem com a marreta pressionou o cravo
contra o pulso de Deus, um plano mestre se cumpriu.
O que isso significa? Significa que Jesus planejou o próprio
sacrifício.
Significa que Jesus plantou intencionalmente a árvore da
qual sua cruz seria esculpida.
Significa que Ele intencionalmente colocou o minério de
ferro no coração da terra do qual os cravos seriam fundidos.
Significa que Ele voluntariamente colocou seu Judas no
ventre de uma mulher.
Significa que Cristo era aquele que pôs em movimento a engrenagem
política que enviaria Pilatos a Jerusalém.
E também significa que Ele não precisava fazer isso – mas fez.
Senhor Jesus, no momento em que o pecado entrou neste mundo,
já planejavas morrer em nosso lugar.
Tu planejaste cada passo da jornada, do jardim do Éden até o
jardim do Getsêmani. Tu planejaste cada detalhe, do rio Jaboque até o rio
Jordão. E fizeste tudo isso por mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário