Precisamos adorar
a Deus.
“Tu és bondoso e perdoador, Senhor, rico em graça para com
todos os que te invocam”.
Salmos 86: 5.
Durante nossas férias de verão, levei minhas filhas para
mergulhar.
Aproveitei a ocasião para fazer uma aula de navegação. Sempre
intrigado pela diferença entre sota-vento, estibordo e proa, fiz algumas
perguntas à tripulação. Depois de um tempo, o capitão perguntou: “Você gostaria
de conduzir o barco de volta para casa?”. Fiz questão de lembra-lo de que ninguém
do oeste do Texas já havia vencido um torneio de iatismo. Ele me garantiu que
eu não teria problema e apontou para um afloramento rochoso na costa. “Mire
naquela rocha”, instruiu ele, “Firme seus olhos e o barco nela”.
Considerei aquela uma instrução difícil de ser seguida. Outras
visões atraiam minha atenção: o mogno brilhante do convéns, minhas filhas
brincando embaixo da vela, espuma
abundante na crista das ondas. Eu queria olhar para tudo aquilo, mas se olhasse
por tempo demais, correia o risco de perder o rumo. O barco permaneceu no
curso, enquanto eu mantive meus olhos para além da embarcação.
A adoração nos ajuda a fazer isso em nossa vida. Ela ergue nossos
olhos para além da embarcação.
A adoração nos ajuda a fazer isso em nossa vida. Ela ergue
nossos olhos para fora do barco, com seus brinquedos e passageiros, e os coloca
nas “coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus"
(Cl 3: 1).
Adoramos a Deus porque nós precisamos fazê-lo.
Deus Pai, não precisamos procurar muito para encontrar
eventos trágicos neste mundo. Eles são prevalentes, desafiadores e
assustadores. Eles não fazem sentido e enchem nosso coração de tristeza. Ajuda-me
a olhar para esses eventos a partir de uma perspectiva eterna. Ajuda-me a te
adorar em voz alta e com frequência [...] não por tua causa, mas por minha.
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