quarta-feira, 30 de julho de 2014

30 de Julho.

Se confessarmos.

“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. 1º João 1: 9.

Confissão. A palavra invoca muitas imagens, mas nem todas elas são positivas. Interrogatórios na sala dos fundos. Tortura chinesa. Admitir flertes a um sacerdote sentado do outro lado de uma cortina escura. Andar pelo corredor da igreja e preencher uma ficha. É isso o que João tinha em mente?
Confissão não é dizer a Deus o que Ele não sabe. Impossível.
Confissão não é reclamar. Se eu simplesmente relatar meus problemas e reapresentar minhas aflições, estou me lamentando.
Confissão não é culpar. Apontar dedos para outras pessoas sem apontar nenhum para mim parece bom, mas não promove a cura.

Confissão é muito mais do que isso. Confissão é uma confiança radical na graça. Uma proclamação de nossa confiança na bondade de Deus. “Oque fiz foi ruim”, reconhecemos, “mas a tua graça é maior do que o meu pecado e, portanto, eu confesso”. Se nossa compreensão da graça for pequena, nossa confissão será pequena: relutante, hesitante, cercada de desculpas e qualificações, repleta de medo de punição. Mas uma grande graça cria uma confissão honesta. 

Salvador precioso, confesso meus pecados a ti. Confesso que preciso do teu perdão. Confesso que quero que tu limpes meus pecados e me tornes mais branco que a neve. Coloca meus pés no caminho correto e guia-me. Preciso ser impregnado da tua graça e da tua misericórdia todos os dias. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário