sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

13 de Fevereiro.

Memória curta.

“Mas agora que vocês foram libertos do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna.” Romanos 6: 22.

Estava agradecendo ao Pai hoje por sua misericórdia. Comecei a listar os pecados que Ele havia perdoado.
Minhas motivações eram puras, e meu coração era grato, mas meu entendimento de Deus, errôneo. Foi quando usei o verbo lembrar que me dei conta.
“O Senhor se lembra da vez em que eu...”. Estava prestes a agradecer a Deus por outro ato de misericórdia.
Mas me detive. Algo estava errado. O verbo lembrar parecia deslocado. Era uma nota dissonante. Não combinava. “Será que ele se lembra?”.
Então eu me recordei de suas palavras: “E não me lembrarei mais dos seus pecados” (Hb 8:12).
O objetivo de Deus ao nos perdoar é restaurar nosso relacionamento com ele e dar continuidade ao
processo de santificação. Um longo registro de nossas transgressões passadas e perdoadas não
tem lugar nesse processo.
Enquanto vivemos aqui na terra, ainda estamos sob a influência do pecado, mas é dentro desse
contexto que Deus que nos fazer crescer em santidade. Para isso, Ele nos conduz ao arrependimento,
nos concede perdão e se esquece. Cabe a nós aceitar esse perdão e não deixar que o Inimigo, na
tentativa de tirar-nos a paz, continue a acusar-nos de pecados que já foram perdoados.

Muito obrigado, Senhor, porque tu não te recordas de meu pecado, mas o afasta para bem longe de mim.
Ajuda-me a entender melhor teu  perdão para que eu não aceite as acusações indevidas de Satanás e para que eu também possa perdoar sem restrições aqueles que me ofendem. Amém.


Max Lucado. 

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