A graça concedida.
“Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros,
perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo”. Efésios 4: 32.
Recentemente compartilhei uma refeição com um marido e sua
esposa que queriam conversar comigo sobre uma tempestade que estavam
enfrentando. Por meio de uma série de eventos, ela descobriu um ato de
infidelidade dele ocorrido uma década atrás.
Como você pode imaginar, ela estava profundamente machucada.
Através da orientação de um conselheiro, o casal deixou tudo
para trás e saiu por vários dias. Uma decisão precisava ser tomada. Eles fugiriam,
brigariam ou perdoariam? Então, eles oraram. Conversaram. Caminharam. Neste caso,
a esposa estava claramente em seu direito. Ela poderia ter partido. Mulheres já
fizeram isso por muito menos. Ou ela poderia permanecer e transformar a vida dele num verdadeiro
inferno.
Outras mulheres já fizeram isso.
Mas escolheu uma reação diferente.
Na décima noite de sua viagem, meu amigo encontrou um cartão
em seu travesseiro. No cartão estava impressa uma frase: “Eu prefiro não fazer
nada com você do que fazer alguma coisa sem você”.
Logo abaixo da frase ela escreveu estas palavras: “Eu te
perdoo. Eu te amo. Vamos seguir em frente”.
Salvador precioso, lembra-nos cada dia de que nunca seremos
chamados a dar mais graça a alguém do que a graça que já nos deste.
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