Um oasis de graça.
“Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, temos
comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de
todo pecado”. 1º João 1: 7.
Meu amigo Buckner Fanning foi marinheiro na Segunda Guerra
Mundial, baseado em Nagasaki, no Japão, três semanas depois do lançamento da
bomba atômica. Você consegue imaginar um jovem soldado norte-americano no meio
do entulho e das ruínas da cidade destruída?
Enquanto patrulhava as ruas estreitas, deparou-se com uma
placa que tinha uma frase em inglês: “Igreja Metodista”. Tomou nota da
localização e resolveu voltar na manhã do domingo seguinte.
Ao voltar, entrou numa estrutura parcialmente destruída. O
jovem marinheiro pisou no entulho, sem saber como seria recebido. Cerca de
quinze japoneses estavam montando cadeiras e removendo detritos. Quando o
americano uniformizado entrou no recinto, eles pararam e se viraram.
Ele conhecia apenas uma palavra em japonês. Ele a havia escutado.
Irmão. “Eles me receberam como um
amigo”, conta Buckner. Em vez de ira e vingança, ele encontrou um oásis de
graça.
Lembra-nos, Deus Pai, de que a cruz de Cristo cria um novo
povo, um povo que não é impedido pela cor da pele ou por feudos familiares.
Somos cidadãos do céu, filhos de um reino celestial.
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