terça-feira, 27 de maio de 2014

27 de Maio



Jesus e o coletor de impostos.

“Venha tornar-se meu discípulo”. Mateus 9: 9, NBV.

Um coletor de impostos do século 1.
De acordo com os judeus, esses caras eram colocados apenas um pouco acima do plâncton na cadeia alimentar. César permitia que esses cidadãos judeus taxassem praticamente qualquer coisa: seu barco, o peixe que você pescava, sua casa, sua colheita. Contanto que César recebesse o que lhe era devido, eles podiam ficar com o resto.
Mateus era um coletor de impostos público. Os coletores de impostos particulares contratavam outras pessoas para fazer o trabalho sujo. Publicanos públicos, como Mateus, simplesmente levavam suas longas limusines para o lado pobre da cidade e montavam seu negócio. Tão tortos quanto um saca-rolhas.
Seu nome de batismo era Levi, um nome sacerdotal (Mc 2: 14; Lc 5: 27-28). Seus pais desejavam que ele entrasse para o sacerdócio? Se foi esse o caso, então ele era o fiasco da família.
Você pode ter certeza de que ele era marginalizado. Churrasco na vizinhança? Ele não era convidado. Reuniões da escola? De alguma maneira, seu nome era retirado da lista. O cara era evitado como estreptococo. Todo mundo mantinha distância de Mateus.
Todo mundo, menos Jesus.
“’Venha tornar-se meu discípulo’, disse-lhe Jesus, e Mateus levantou-se e o acompanhou” (Mt 9: 9, NBV).

Salvador precioso, que tenhamos a mesma ansiedade de te seguir que Mateus teve. Ensina-nos a deixar para trás os caminhos do mundo para caminhar ao teu lado.
Pedimos que nos guies passo a passo e que nos uses para fazer diferença neste mundo.

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