terça-feira, 19 de agosto de 2014

19 de Agosto.

Enfrente o medo com uma oração honesta.

“Afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas sim o que tu queres”. 
Marcos 14: 36.

Jesus fez mais do que falar sobre o medo. Ele o enfrentou no jardim do Getsêmani e na cruz do Gólgota. A cruz da sexta-feira testemunhou o mais severo dos sofrimentos. O jardim da quinta-feira apresentou o mais profundo dos medos. Foi ali, no meio das oliveiras, que Jesus “prostou-se e orava [...]’Afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas sim o que tu queres’”(Mc 14: 35-36).
Do que Jesus tinha medo?
O cálice era sinônimo do pior cenário para Jesus: ser o recipiente da ira de Deus. Ele nunca havia sentido a fúria de Deus. Ele nunca havia sentido a fúria de Deus, e não a merecia. Jamais experimentara isolamento de seu Pai; os dois eram um desde a eternidade.
Nunca conhecera a morte física; Ele era um ser imortal. Contudo, dentro de algumas poucas horas, Jesus enfrentaria tudo isso. Deus derramaria sua ira cheia de ódio pelo pecado sobres seu Filho coberto de pecados. E Jesus teve medo. Estava morto de medo. E o que Ele fez com seu medo nos mostra o que devemos fazer com o nosso.
Ele orou. Jesus enfrentou seu derradeiro medo com uma oração honesta.

Senhor, quando foste confrontado com uma situação temerosa, tu a enfrentaste com uma oração honesta. Por mais assustadora que seja a circunstancia, que eu possa optar por compartilhá-la contigo por meio de uma oração sincera e simples.


Max Lucado. Bom Dia, leituras diárias.

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