Amado pelo Deus Criador.
“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a
obra das suas mãos”.
Salmos 19: 1.
Aventure-se a sair das luzes da cidade numa noite clara e, então,
olhar para o céu. Aquela confusa faixa de luzes brancas é a nossa galáxia, a
Via Láctea. Uma centena de bilhão de estrelas. Nossa galáxia é uma entre bilhões
de outras! Quem pode conceber tal universo, quanto mais um número infinito de
universos?
Ninguém pode. Mas vamos tentar mesmo assim. Suponha que você
tente dirigir até o Sol. Um vendedor de carros lhe oferece um negócio de ocasião
num veículo espacial (sem duvidas movido a energia solar) cuja velocidade média
é de 250 quilômetros por hora. Você entra nele, abre o teto lunar e se manda. Dirige
sem parar 24 horas por dia, 365 dias por ano.
Faz ideia da duração da sua viagem? Algo em torno de 70
anos!
Nosso universo é o missionário preeminente de Deus. “Os céus
declaram a glória de Deus”(Sl 19:1). Uma casa implica a existência de um
construtor; uma pintura sugere um pintor. As estrelas não sugerem um criador de
estrelas? A criação não implica um criador?
Se Deus pode criar um bilhão de galáxias, não pode Ele gerar
o bem a partir do nosso mal, assim como sentido a partir de nossa vida
vacilante? É claro que Ele pode. Ele é Deus.
Pai celestial, tu criaste todas as coisas pelo teu imenso poder
e sustentas tudo por intermédio desse mesmo poder. Como é confortante saber que
tu és capaz de criar galáxias e, ainda assim, tu te importas com cada detalhe
da minha vida.
Max Lucado, Bom Dia leituras diárias.
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