sábado, 2 de agosto de 2014

2 de Agosto.

Amado pelo Deus Criador.

“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos”.
Salmos 19: 1.

Aventure-se a sair das luzes da cidade numa noite clara e, então, olhar para o céu. Aquela confusa faixa de luzes brancas é a nossa galáxia, a Via Láctea. Uma centena de bilhão de estrelas. Nossa galáxia é uma entre bilhões de outras! Quem pode conceber tal universo, quanto mais um número infinito de universos?
Ninguém pode. Mas vamos tentar mesmo assim. Suponha que você tente dirigir até o Sol. Um vendedor de carros lhe oferece um negócio de ocasião num veículo espacial (sem duvidas movido a energia solar) cuja velocidade média é de 250 quilômetros por hora. Você entra nele, abre o teto lunar e se manda. Dirige sem parar 24 horas por dia, 365 dias por ano.
Faz ideia da duração da sua viagem? Algo em torno de 70 anos!
Nosso universo é o missionário preeminente de Deus. “Os céus declaram a glória de Deus”(Sl 19:1). Uma casa implica a existência de um construtor; uma pintura sugere um pintor. As estrelas não sugerem um criador de estrelas? A criação não implica um criador?
Se Deus pode criar um bilhão de galáxias, não pode Ele gerar o bem a partir do nosso mal, assim como sentido a partir de nossa vida vacilante? É claro que Ele pode. Ele é Deus.

Pai celestial, tu criaste todas as coisas pelo teu imenso poder e sustentas tudo por intermédio desse mesmo poder. Como é confortante saber que tu és capaz de criar galáxias e, ainda assim, tu te importas com cada detalhe da minha vida.


Max Lucado, Bom Dia leituras diárias. 

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