Trabalho pode ser adoração.
“Tudo o que fizerem, seja em palavra ou ação, façam-no em
nome do Senhor Jesus”.
Colossenses 3: 17.
Você já viu a pintura chamada Angelus, de Jean-Francois Millet?
Ela retrata dois camponeses orando no campo. O campanário de
uma igreja é visto no horizonte e uma luz desce do céu. Contudo, os raios não caem
sobre a igreja.
Também não incidem sobre as cabeças curvadas do homem e da
mulher. Os raios do sol caem sobre o carrinho de mão e o forcado aos pés do
casal.
Os olhos de Deus caem sobre o trabalho de nossas mãos. Nossas
quartas-feiras importam para Ele tanto quanto nossos domingos. Ele mistura o
secular e o sagrado. Uma dona de casa mantém uma placa sobre a pia da cozinha:
"Tarefas divinas realizadas aqui, todos os dias”. Um executivo pendurou
esta placa em seu escritório: “Minha mesa é meu altar”. Ambos estão corretos. Para
Deus, nosso trabalho importa tanto quanto nossa adoração. De fato, o trabalho
pode ser adoração.
Da próxima vez que você preencher uma ficha de emprego e
tiver de dizer qual foi o cargo anterior, escreva “sacerdote” ou “sacerdotisa”,
pois é isso o que você é. Um sacerdote representa Deus, e você, meu amigo,
representa Deus. Portanto “tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação,
façam-no em nome do Senhor Jesus” (Cl 3: 17).
Você não dirige até um escritório; você dirige até um santuário.
Você não frequenta uma escola; você frequenta um templo. Você pode não usar um
colarinho clerical, mas deveria. Sua vida é o púlpito de Deus.
Deus Pai, teus olhos caem sobre o trabalho das minhas mãos. Ofereço
o trabalho do meu dia a ti como um ato de adoração. Que eu possa fazer o que
sei da melhor maneira possível. Que eu traga honra e não vergonha ao teu nome. Que
minha vida fale bem de ti, meu Pai celestial.
Max Lucado. Bom Dia, leituras diárias.
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