Um corpo glorificado.
“Assim será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é
semeado é perecível e ressuscita imperecível [...]Se há corpo natural, há também
corpo espiritual.” 1 Coríntios 15: 42-44.
Quando Deus escolheu se revelar à humanidade, qual meio ele
usou? Um livro? Não, isso foi secundário. Uma igreja? Não, isso foi consequência.
Um código moral? Não, limitar a revelação de Deus a uma lista fria do que se
pode ou não se pode fazer é tão trágico quanto olhar para um mapa do Rio de
janeiro e dizer que só conheceu as praias de lá.
Quando Deus escolheu se revelar, Ele o fez por meio de um
corpo humano.
A humanidade de Cristo não apenas demonstra seu amor indescritível,
mas também confere imenso valor ao corpo que Deus criou para cada um de nós.
Embora nosso corpo aqui na terra seja temporário, Jesus se
despiu de sua majestade para se revestir de carne como a nossa, maravilhosamente
complexa, tecida por Deus no ventre materno (Sl 139: 13-14).
E Cristo ressuscitou em um corpo glorificado, semelhante ao
que teremos na eternidade.
Quando o mundo distorce a imagem e os valores ligados à nossa existência física
fazemos bem em buscar equilíbrio e sabedoria naquele que não apenas criou o
corpo humano, mas viveu nele e, portanto, o conhece perfeitamente.
Pai, agradeço pelo corpo que me deste aqui na terra e também
pelo corpo glorificado que receberei no céu. Ajuda-me a cuidar desse corpo temporário
de modo equilibrado e a usá-lo para tua glória e a teu serviço. Amém.
Max Lucado.
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