Até quando?
“A vida do homem é semelhante à relva; ele floresce como a
flor do campo, que se vai quando sopra o vento e nem se sabe mais o lugar que
ocupa.” Salmos 103: 15-16.
Quando se viaja com crianças pequenas, descobre-se que elas não
têm noção do tempo.
- Vamos chegar daqui três horas – informo minhas filhas.
- Quanto tempo são três horas – elas perguntam.
- Mais ou menos três programas da Vila Sésamo – arrisco.
Elas suspiram.
- Três Vila Sésamos?! É tempo demais!
Para elas, é mesmo. E, para nós, também parece ser assim.
Aquele que “vive para sempre” (Is 57: 15) vai adiante de um
grupo de peregrinos que murmuram: “Até quando, Senhor?” (Sl 89: 46).
Você quer mesmo que Deus responda? Ele poderia dizer: “Mais
dois anos de enfermidade”. “O resto de sua vida no casamento”. “Mais dez anos
de contas a pagar”.
Mas ele raramente responde desse modo. Em vez disso, prefere
medir o presente em comparação com a eternidade:
“Os nossos dias na terra são como uma sombra”(1Cr 29: 15).
“De fato, o homem não passa de um sopro” (Sl 39: 5).
“Vocês são como a neblina que aparece por pouco de tempo e
depois se dissipa” (Tg 4: 14).
A presente vida não é longa. E os sofrimentos não são eternos.
É uma questão de perspectiva.
Senhor, algumas provações parecem não ter fim. Preciso de um
pouco da tua perspectiva eterna para suportar as dificuldades do presente.
Obrigado porque me ajudas a ser paciente e a perseverar em
meio às tribulações. Amém.
Max Lucado.
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