quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A Parábola do Rio. Parte 1
Romanos 1.21-32
Havia outrora cinco irmãos, que moravam com o pai num castelo, no alto de uma montanha. O mais velho era um filho obediente. Seus quatro irmãos, todavia, eram rebeldes. O pai tinha-lhes grande cuidado por causa do rio; já lhes havia implorado que ficassem distante da margem, para que não fossem varridos pelo refluxo da maré. Mas eles não ligavam; a atração do rio era-lhes demasiadamente forte.A cada dia, os quatro irmãos rebeldes arriscavam-se cada vez mais perto do rio, até que, uma vez, um deles atreveu-se a tocar a água. — Segurem a minha mão — gritou ele. — Assim não cairei.E seus irmãos o fizeram. Quando ele porém tocou a água, o repuxo arrastou-o com os outros três para dentro da correnteza,rolando-os rio abaixo.Foram despencando de rocha em rocha, girando no leito do rio. Arrastados pelas vagas, eles se foram. Seus gritos de socorro perderam-se na fúria do rio. Embora se debatessem tentando recuperar a estabilidade, foram impotentes contra a força da correnteza. Depois de horas de esforço, renderam-se ao puxão do rio. As águas finalmente lançaram-nos à margem, numa terra estranha, num distante país. O lugar era estéril.Um povo selvagem habitava aquela terra. Não era segura como o lar que eles tinham.Ventos frios gelavam a terra. Não era quente como o lar que possuíam.Montanhas inóspitas assinalavam a terra. Não era convidativa como o lar que conheciam.Embora não soubessem onde estavam, de uma coisa tinham certeza: não haviam sido feitos para aquele lugar. Por um longo tempo, os quatro jovens irmãos ficaram deitados na margem,atordoados com a queda, e sem saber para onde se voltarem. Após algum tempo, reuniram coragem e tornaram a entrar na água,
esperando andar rio acima.
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