O Senhor que cura
Mais de um milhão de israelitas foram libertos do cativeiro
e seguiram Moisés pelo deserto. Seu júbilo pela libertação logo se transforma
em tristeza por causa da desidratação. Eles caminharam durante três dias por
uma terra sem sombra, rios, casas ou folhagens. Seus únicos vizinhos eram o sol
e as serpentes.
Finalmente chegaram a um lago, mas a água era salobra,
amarga e perigosa. Tenho certeza de que, na hora, não foi nada engraçado, mas
você certamente daria risada diante do que aconteceu em seguida. “ Moisés
clamou ao Senhor, e este lhe indicou um arbusto” (Êx 15.25). Moisés está
implorando por água e deus lhe oferece madeira?
Moisés reage jogando o arbusto na água. Talvez tenha feito
isso por pura provocação: “Veja só o que eu acho desse arbusto”. Ou talvez por
inspiração: “Deus, o Senhor está no comando”. Seja qual tenha sido a razão, a
água foi purificada, a sede dos israelitas foi satisfeita e deus foi
glorificado. Nesse caso, o próprio Deus revelou seu nome: “Eu sou o senhor que
os cura” (Êx 15.26).
A palavra que opera aqui é “eu”. Deus é aquele que cura. Ele pode usar um ramo
da medicina, a ala de um hospital ou um arbusto de um enorme carvalho sempre
verde, mas é ele quem elimina o veneno do sistema. Ele é Jeová-rafá.
Deus Pai, tu és aquele que nos cura. Tu curas corações
partidos. Tu curas lares feridos. Tu curas corpos doloridos. Obrigado por nos
lembrar do teu grande poder curador e do teu cuidado fiel.
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