sexta-feira, 18 de abril de 2014

18 de Abril.



Não era um simples camponês.

“Quando o centurião que estava em frente de Jesus ouviu o seu brado e viu como ele morreu, disse: “Realmente este homem era o Filho de Deus!”. Marcos 15: 39.

Um centurião se colocou aos pés da cruz na qual Cristo estava morrendo. As convicções do centurião começaram a fluir como rios. “Ele não era só um carpinteiro”, falou consigo mesmo. “Não era um simples camponês. Não era um homem normal”.
Ele se levantou e olhou ao redor, para as pedras que haviam caído e o céu que escurecera. Virou-se e olhou para os soldados, enquanto eles olhavam, com a expressão congelada, para Jesus. Virou-se outra vez e viu os olhos de Jesus se erguerem e olharem para seu lar.
Ouviu quando os lábios secos se abriram e uma língua inchada falou pela última vez.
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”(Lc. 23: 46).
Se o centurião não tivesse falado, os soldados teriam dito. Se o centurião não tivesse falado, as pedras teriam dito – assim como os anjos, as estrelas, até mesmo os demônios. Mas ele disse. Coube a um estrangeiro anônimo declarar aquilo que todos sabiam.
“Verdadeiramente este era o Filho de Deus!” Mt 27: 54).

Obrigado, Pai, porque a cruz nunca perderá seu poder. Obrigado porque o sangue de Cristo nunca perderá sua força.
Obrigado porque a obra da cruz está consumada.

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