Sentindo
como os feridos.
“Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam
aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor”. Mateus 9: 36.
Que sejamos as pessoas que olham para os feridos até que sintam a mesma dor que eles sentem. Nada de
sair apressado, de se afastar ou de desviar os olhos. Nada de fingir ou disfarçar.
Que olhemos para a face até vermos a pessoa.
Uma família de nossa congregação vive com a tocante
realidade de que o filho é um sem-teto. Ele fugiu quando tinha dezessete anos
e, com exceção de algumas poucas ligações da prisão e uma visita, eles não tiveram
contato com ele por vinte anos. A mãe permitiu que eu a entrevistasse num
encontro de liderança. Enquanto nos preparávamos para a conversa, perguntei por
que ela estava disposta a revelar sua história.
“Quero mudar a maneira como as pessoas veem os sem-teto. Quero
que parem de ver problemas e comecem a ver filhos que têm mãe”.
A mudança começa com um olhar genuíno. E continua com uma
mão auxiliadora.
Obra feitas em nome de Deus duram muito mais do que nossa
vida terrena.
Senhor, estou cercado de pessoas feridas que não têm esperança.
Elas são miseráveis e estão perdidas sem
a tua misericórdia. Perdoa-nos quando nos afastamos delas motivados por indiferença
negligentes. Que nosso coração seja quebrantado pelas coisas que partem o teu coração
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