Nossa mensagem.
“Ele fez proclamar as suas maravilhas; o Senhor é
misericordioso e compassivo”.
Salmos 111: 4.
“Sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como
a ignorantes”, disse Paulo à igreja romana (Rm. 1: 14). Ele tinha algo para
eles: uma mensagem. Foi confiada a ele a função de entregador da mensagem
divina, o evangelho.
Nada importava mais para Paulo do que o evangelho. “Não me
envergonho do evangelho”, disse ele, “porque é o poder de Deus para a salvação
de todo aquele que crê” (Rm. 1: 16).
Paulo existia para entregar a mensagem. A maneira como as pessoas
se lembravam dele era secundaria. (Por qual outra razão ele se apresentaria
como escravo? Veja Rm. 1: 1) a maneira como as pessoas deveriam se lembrar de
Cristo era fundamental. A mensagem de Paulo não tinha a ver com ele mesmo. Sua mensagem
tinha tudo a ver com Cristo.
O que as pessoas pensam de nós não importa. O que elas
pensam de Deus importa muito.
Deus não precisa de mim ou de você para realizar sua obra. Todos
nós somos mensageiros expedientes, embaixadores por sua bondade, não por nossa
capacidade.
E nós, encarregados de levar o evangelho, não ousamos buscar
aplauso, mas a melhor maneira de desviar do aplauso, pois nossa mensagem é
sobre outra pessoa.
Deus Pai, permita que eu seja um fiel mensageiro para ti. Que
eu possa contar aos outros as boas novas da salvação sempre que tiver
oportunidade. Ajuda-me a não me importar com o que outros pensam, mas a preocupar-me
com aquilo que tu pensas.
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