quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

07 de Janeiro

“Porquanto, para mim, o viver é Cristo...”
Filipenses 1: 21.

O cristão nem sempre vive para Cristo. Ele começa fazê-lo quando o Espírito Santo de Deus o convence de seu pecado e quando, pela graça, é levado a ver a morte do Salvador como remissão de sua culpa.
A partir do instante de seu novo nascimento celestial, o homem começa a viver para Cristo. Para os cristãos, Jesus é a perola de enorme valor com quem estamos dispostos a compartilhar tudo o que temos. O Mestre ganhou nosso amor de tal forma, que nosso coração pulsa apenas por Ele; por Sua glória viveríamos e morreríamos em defesa do evangelho; Ele é o padrão de nossa vida e o modelo a partir do qual devemos esculpir nosso caráter. As palavras de Paulo significam mais do que muitos homens pensam; elas indicam que o objetivo e a finalidade de sua vida era Cristo – ou melhor, que a vida de Paulo era Jesus. Nas palavras de um santo da antiguidade, ele comia, bebia e dormia a vida eterna. Jesus era sua respiração, a alma de sua alma, o coração de seu coração, a vida de sua vida. Como um cristão professo, você pode dizer que vive dessa maneira? Pode falar honestamente que para você o viver é Cristo? Seus negócios: você os está realizando por Cristo? Não são feitos por engrandecimento pessoal e por vantagem familiar? Você pergunta: “Esta é a razão principal?” Para um cristão, é. Ele professa viver para Cristo; como o apostolo fez? No entanto, isso, por si só, é a verdadeira vida de um cristão – sua origem, seu sustento, seu jeito de ser, seu fim, tudo reunido em um nome – Cristo Jesus. “Senhor, aceita-me; aqui me apresento, orando por viver apenas em ti e para ti. Deixa-me ser como o novilho que se coloca entre o arado e o altar, para trabalhar ou para ser sacrificado; e permita que meu lema seja: ‘Pronto para qualquer um’”.


C.H. Spurgeon 

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