“Celebrarei as benignidades do Senhor e os seus atos
gloriosos, segundo tudo o que o Senhor nos concedeu...”
Isaías 63: 7.
E você não pode fazer isso? Será que não existem
benignidades que não tenha experimentado? O que o deixa triste agora? Esqueceu-se
daquela hora abençoada quando Jesus o encontrou e disse: “Venha comigo”? Consegue
não se lembrar daquele momento em que
Ele quebrou as suas algemas, atirou as correntes na terra e disse: “Eu vim para
quebrar seus grilhões e libertá-lo?” Ou, se o amor de noivos foi esquecido,
certamente deve haver algum momento precioso ao longo da estrada da vida que não
ficou recoberto de musgo, onde você pode ler um feliz memorial de Sua
misericórdia em sua vida? Ou você nunca esteve doente como agora e Ele o
recuperou? Ou nunca esteve pobre antes e Ele supriu suas necessidades? Ou nunca
esteve em apuros antes e Ele o livrou? Levante-se, vá ao rio da sua experiência,
pegue alguns juncos e construa uma arca, e nela sua fé infantil pode navegar em
segurança pela corrente dos rios. Não esqueça o que o seu Deus fez por você;
abra o livro da sua memória e considere os dias antigos. Não se lembra do
outeiro de Mizar? O Senhor nunca se encontrou com você no monte Hermom? Você nunca
escalou as Montanhas das Delícias? [N.E.: Referente ao livro O Peregrino de
Jonh Bunyas (Publicação RBC, 2014)]. Nunca recebeu ajuda em tempos de
necessidade? Não, eu sei que já. Retorne, então, um pouco mais para as misericórdias
do ontem e, em meio ao sombrio agora, acenda as luzes do passado, elas o
iluminarão em meio à escuridão, e você deve confiar no Senhor,até o dia raiar e
as sombras se dissiparem. “Lembra-te, Senhor, das tuas misericórdias e das tuas
bondades, que são desde a eternidade.”
C.H. Spurgeon
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